Meia-vida e nível estimado

Como uma aplicação decai ao longo do tempo

Escolha um composto com meia-vida publicada e informe quanto você aplicou. A curva sai de um modelo farmacocinético, com a procedência do número que a alimenta.

Só aparecem aqui os compostos com meia-vida humana publicada.
Nasce vazio: o Pepvida não sugere nem preenche quantidade.

Curva estimada

Escolha um composto e informe a quantidade que você aplicou.

Compostos sem meia-vida publicada (19)

Estes não aparecem no seletor porque não existe meia-vida humana publicada de forma confiável para eles. Um número inventado viraria uma curva com cara de precisão que o dado não tem — e isso é pior que não desenhar curva nenhuma.

GHRP-2 · GHRP-6 · Hexarelina · IGF-1 LR3 · BPC-157 · TB-500 · GHK-Cu · KPV · LL-37 · Timosina alfa-1 · ARA-290 · MOTS-c · SS-31 · Epitalon · AOD-9604 · 5-Amino-1MQ · Melanotan II · Semax · Selank

Por que a curva sobe antes de descer

Numa aplicação subcutânea o composto não aparece inteiro no sangue no instante da agulha: ele é absorvido aos poucos do tecido. Enquanto a absorção corre mais rápido que a eliminação, a quantidade circulante sobe. Quando as duas se igualam, chega o pico. Depois disso só resta a eliminação, e a curva desce.

É por isso que o modelo precisa de dois números, e não de um: a meia-vida governa a descida, o tempo até o pico governa a subida. Um composto com meia-vida longa e absorção lenta desenha uma colina larga; um de meia-vida curta desenha um pico estreito que some no mesmo dia.

O que a curva não é

Não é medição
Nenhum valor aqui foi medido no seu sangue. É modelo, alimentado por número publicado.
Não é individual
Massa corporal, função renal e hepática mudam bastante o resultado real.
Não é orientação
A página não sugere quando aplicar de novo, nem quanto. Nunca.

Perguntas

Sobre meia-vida

É o tempo que o organismo leva para eliminar metade do que está circulando. Se um composto tem meia-vida de um dia, passado um dia resta cerca de metade; passados dois, cerca de um quarto. A queda é proporcional ao que ainda existe, e não uma quantidade fixa por dia.

Da própria matemática do decaimento: depois de cinco meias-vidas resta cerca de 3% do que foi aplicado, um valor tratado como praticamente eliminado na literatura. Não é um limite exato nem uma norma — é uma convenção útil para conversar sobre ordem de grandeza.

Porque meia-vida não é uma constante da substância isolada: depende de quem recebe. Massa corporal, função renal e hepática, ligação a proteínas do plasma, via de aplicação e até o método analítico do laboratório mudam o número. Por isso a curva aqui mostra a faixa publicada, e não apenas um ponto.

Porque não existe meia-vida humana publicada de forma confiável para eles. A maior parte dos peptídeos de pesquisa nunca teve farmacocinética caracterizada em pessoas — os números que circulam em fórum costumam vir de estudo animal, ou de lugar nenhum. Exibir um deles daria a uma curva uma precisão que o dado não tem.

Não. Ela é uma leitura do que já aconteceu, calculada por um modelo — não é medição, não é exame de sangue e não considera nada específico do seu organismo. Intervalo entre aplicações é decisão do profissional que acompanha você.

Um modelo de um compartimento com absorção de primeira ordem — a função de Bateman. Ele descreve a subida até o pico e a queda exponencial depois dela usando dois parâmetros publicados: a meia-vida de eliminação e o tempo até o pico. É o mesmo cálculo que roda dentro do app, no mesmo código.

A curva das SUAS aplicações

No app, a curva não é de uma aplicação hipotética: ela soma o que você realmente registrou, com a acumulação de cada uma.